quarta-feira, 21 de março de 2012

Googler


    Trabalhar no Google é o sonho de jovens do Brasil e do mundo todo. E não é à toa, já que a empresa está presente no dia-a-dia de todos nós, tem um espírito jovem e inovador e, é a segunda marca mais valiosa do mundo. Com tanta procura, o processo para qualquer vaga no Google é extremamente rigoroso, com várias etapas, para que somente os melhore e que se encaixem perfeitamente no perfil desejado.

     Mas como será que é trabalhar no Google? Em palestra dada pelo Googler (como são chamados os funcionários da empresa) Davi Cosso, foi possível conhecer um pouco mais dos valores e princípios que permeiam a rotina da empresa.

     Primeiramente, o Google aplica o chamado Modelo 70/20/10. Esse é um modelo que os Googlers devem seguir para administrar seu tempo. 70% do tempo do Googler deve ser dedicado ao seu core business job para o qual foi contratado. Por exemplo, um engenheiro que foi contratado para trabalhar no Adwards, 70% do tempo dele vai para trabalhar nessa tarefa. 20% do tempo do Googler será voltado para projetos relacionados ao core business job. Esse engenheiro ficaria 20% do tempo trabalhando com algo como o Gmail. Por fim, cada Googler deve dedicar 10% de seu tempo para inovação, para pensar em algo diferente, relacionado ou não ao core business job. Desses 10% foi que surgiu o Orkut, por exemplo, criado por um engenheiro.

    Falando em inovação, essa é a parte a qual o Google mais se dedica, tanto que eles criaram os 9 Princípios da Inovação:

1.   Inovação, não perfeição instantânea. Dificilmente você vai acertar logo de primeira. É muito difícil inovar, fazer alguma coisa que ninguém fez. Por isso, requer muitas tentativas. E, muitas vezes, parte de uma idéia pode ser utilizada de uma outra forma.
2.   Idéias vêm de todos os lugares. Esteja sempre atento e não se acanhe para criar, inovar. Uma boa idéia pode vir de onde menos se espera.
3.   Licença para perseguir seus sonhos. É só pensar nos 10%. A empresa quer que todo mundo lá dentro, todos os Googlers, tenha metas de vida ambiciosas.
4.   Não mate projetos. Transforme-os. O projeto pode não dar certo na primeira vez, mas pode ser a solução para um outro Googler, ou pode funcionar mesmo no final, de uma maneira diferente.
5.   Compartilhe o máximo de informação que você puder. Compartilhar o máximo de informação dentro da empresa, até num âmbito global, que é a abrangência do Google. Todo mundo compartilha, você dá e recebe.
6.   Usuários, usuários, usuários. Os usuário são importantes porque quase todo produto do Google tem foco no usuário. O lucro é pensado depois da aceitação, depois que teve sucesso. Como vai dar dinheiro é uma questão a ser levantada depois. O importante, a princípio, é o usuário gostar, usar e voltar para usar novamente.
7.   Dados são apolíticos. Para se fazer qualquer coisa, é necessário ter dados, embasamentos.
8.   Criatividade adora restrições. É difícil executar sua idéia, mas tem que lidar bem com as restrições e tentar fazer da maneira que for.
9.   Você é brilhante? Estamos contratando. O Google é uma empresa que quer mudar o mundo!


     Mas não só de inovação é feito o Google. A empresa tem uma preocupação em fazer sua parte para um mundo melhor, engajando os Googlers para que, em pequenos atos, seja tomada uma grande responsabilidade. Há ações desde o uso de painéis de energia renovável, até o Google Grants, que á uma ação em que o Google dá créditos para ONGs usarem via AdWords. Há também ações que engajam o usuário, como o Doodle for Google, incentivando atividades criativas e, também, ações para os Googlers. Há o Self-Powered Commuting, para o Googler que for para o trabalho de uma maneira que não agrida o meio-ambiente, possa converter seu trajeto em doações para caridade. O Google Serve, que é o dia do ano em que todos os Googlers vão ajudar pessoalmente uma ONG voltada ao benefício socioambiental. E, também, o Bike to Work Day, que, como o nome sugere, é o dia do ano para Googlers do mundo todo irem de bicicleta para o trabalho.

     Com tudo isso, a rotina de um Googler é agitada. Tem que ter tempo para inovar, tempo para o social e tempo para seu trabalho. Mas, aparentemente, vale à pena!


Arthur Bolguese
Bárbara Saad
Laura Hernandes
Lucas Máximo
Paula Inhetvin
6A

Inovação e cultura – GOOGLE como forma de negócio


Na ultima quarta feira, dia 12 de março, o palestrante Davi Cosso, ex aluno da ESPM e funcionário da Google foi contar para nós um pouco de como funciona a empresa que possui  a 2ª marca mais valiosa do mundo, de acordo com o BrandZ e que também é empresa classificada como a melhor empresa para se trabalhar no Brasil.

A Google surgiu como forma de resolver uma insatisfação em relação à pesquisas na internet. Em vista disso, tem a missão de organizar toda a informação do mundo e torna-la acessível a todos, buscando sempre novas formas de conseguir entregar às pessoas o que elas procuram.
A Empresa  possui um portfolio gigantesco de produtos e serviços, por isso é valido explicarmos da onde vêm todos esses produtos. Eles utilizam o modelo de trabalho 70/20/10:
70% do tempo dos engenheiros é voltado para o corejob, ou seja, o job especifico para qual foi contratado.
20% do tempo é voltado para projetos relacionados ao core job.
10% do tempo voltado para projetos de inovação, projetos que os funcionários acreditam (surge o Orkut e diversos outros produtos)

Além disso, a Google parte de 9 principios de inovação. São eles:
- Inovação não é perfeição instantânea (o projeto vai acabar chegando em algum lugar mesmo que não tenha dado certo logo de cara)
- As ideias vêm de todos os lugares (interagir, ter troca com outras pessoas)
- Licença para perseguir seus sonhos (Metas ambiciosas e tempo para alcançá-las)
-Não mate os projetos, transforme-os (pode não ter dado certo, mas de algum jeito vai funcionar)
- Compartilhe o máximo de informação que puder (intercambio, falar com os trabalhadores das outras sedes da google, para enriquecer a empresa)
- Usuários, usuários, usuários,... (todo produto da google tem foco no usuário. Tratar bem o usuário, se o produto for um sucesso, bem aceito pelos usuários, ai começam a pensar em monetizar)
- Dados são apolíticos (sempre se utilizam de dados, números, para embasar as idéias, sem “achismos”)
- Criatividade adora restrições (“ah isso é bem legal, mas não é possível”, porém, sempre tem uma solução, por mais que não seja fácil de ser executada)
- Voce é brilhante? Estamos contratando.
Apesar desse ultimo tópico parecer muito atrativo, o processo de seleção é muito complicado, tendo várias etapas: Triagem de currículo; entrevista por telefone (parte em inglês); referencia de notas na faculdade; entrevista presencial, exercício para resolver em 48h; pacote (com todos os documentos de tudo da sua vida acadêmica, desde a posição que entrou no vestibular até o histórico escolar) e por fim, a contratação. E rolam boatos de que o próprio Larry Page dá o ok para as contratações.

A empresa possui também um vínculo sustentável grande. Tentando, por meio de pequenos atos, diminuir o impacto que causa ao meio. Algumas iniciativas são:
- Estudo e idealização de fontes energéticas renováveis.
- ONG´s são beneficiadas com créditos para gastos com publicidade via Adwords.
- Incentivo à atividades criativas
- Self powered commuting – Bonus para os funcionarios que usam meios de locomoção que não seja o carro. Esses bonus são revertidos em dinheiro para instuições de caridade.
- Google serve – Os funcionarios saem da empresa para prestar trabalho voluntario em ONG´s.
- Bike to work day – Um dia em que os funcionários são incentivados a irem de bicicleta ao trabalho.

Em vista disso tudo, fica uma pergunta:  Como o google ganha dinheiro?
A resposta é simples, com publicidade!
Publicidade está em cima e na lateral das buscas do Google. Na parte central é a busca orgânica e isso não tem dinheiro no mundo que mude a ordem ou o que faça aparecer lá.
Relevância é chave pra o Google (entregar o que é relevante para os usuários, entregar sempre o que estão procurando)
É um meio interessante já que nem sempre conseguimos falar com todo o nosso target pelos meios convencionais. No google, seu produto tá lá e as pessoas estão indo atrás dele.


<!--[if !vml]-->
<!--[endif]-->


Google Adwords:
É uma das ferramentas de publicidade do Google,  exibindo publicidade conforme a busca feita. O anunciante paga apenas quando as pessoas clicam em seus Links, sendo possível segmentar a publicidade.  Como segmentam? Lista de palavras chaves. O Adwords identifica o contexto das paginas e elege os sites para aparecer o anuncio (segmentação contextual), selecionando um único assunto (segmentação por tópicos) e a seleção manual de sites;

Rede de display do google (GDN): 
Sites parceiros do google em que são veiculadas as publicidades. Funciona por sistema de leilão também, como o adwords.
Ex sites parceiros: G1, estadão, abril, sbt, ig, época, quem, billboard e outros sites menores também. Poussi 93,3% de alcance, isso significa que 93,3% dos internautas são impactados pelas redes de display, ou seja, quase todo mundo.
A rede de display do google trabalha com uma segmentação com objetivos, ou seja, fica mais facil saber aonde o seu anuncio vai estar ou aonde esteve.
Youtube:
O Youtube é, surpreendentemente, a 2ª maior ferramenta de busca do mundo. Tem mais de 3 bilhões de vídeos assistidos todos os dias. A cada minuto que passa é feito upload de 48h de vídeo.

Agora para finalizar e deixar com aquela vontade de trabalhar lá, verdades e mitos da Google:
- Festas semanais no escritório
- Vão de patinete, skate ou bike para as salas de reunião.
- Orkut é o nome de um engenheiro e ele tem perfil no Facebook.
- Comem muito. Além das refeições, tem snack points que ficam espalhados pelo escritório.
- Podem levar cães para o trabalho em alguns escritórios.
- Recebem inventivos ($$) para decorar nossas mesas
- Trabalham muito – “play hard, party hard”


                                                                                           Grupo:
                                                                                                       Bruna Bertolla
                                                                                                       Beatriz ferrari
                                                                                                       Nina Campos
                                                                                                       Marcela Lanna
                                                                                                       Roberta Silva

segunda-feira, 19 de março de 2012

Limo Inc


-http://prezi.com/amzsl7aa0hjs/do-planejamento-a-limo/

- Leia mais sobre a Limo

GOOGLE



Ad words
É uma ferramenta de publicidade do Google que exibe publicidade conforme a busca feita. O anunciante paga apenas quando as pessoas clicam em seus Links, sendo possível segmentar melhor a publicidade a ser utilizada durante as buscas no Google. Isso melhora também a vida dos usuários do serviço Google, que são abordados apenas com publicade que lhe é interessante. Quando os usuários pesquisam no Google uma das palavras-chave do cliente, o anúncio poderá ser exibido próximo aos resultados de pesquisa. Os chamados “Ad Words” ficam posicionados na barra lateral de publicidade e nas duas, ou no máximo três, primeiras respostas da busca.

Rede de display
Utiliza a inteligência do Google, para fazer anúncios chegarem ao público alvo em sites além do próprio Google. Para isso, existe uma rede de parceiros, como o jornal O Estado de S.Paulo, por exemplo. Os anúncios podem possuir diversos formatos, desde banner até o adwords. Com essa rede de display, o anúncio é mostrado na página dependendo do perfil de público, criando uma segmentação inteligente em diversos sites, além de ter uma maior flexibilidade de anúncios para melhor desempenho. Além disso, o Google oferece uma ferramenta de controle e manutenção dessa rede de display em busca de um maior retorno para o anunciante. 

Grupo: 

- Lucas Garcia
- Caio Amorim
- Gabriela Garcia

Google 6E





No dia 12 de Março, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais o mundo da Google. O Googler Davi Cosso abriu as portas da empresa e contou alguns fatos, mitos e histórias, para nos deixar cada vez com mais vontade de trabalhar La dentro.

Google. Uma empresa com nome diferente, pessoas únicas, e um logo universal. Tem como missão organizar toda a informação do mundo e torná-las acessíveis e úteis para todos. A cultura e criatividade são fundamentais para o andamento dos negócios.

A empresa nasce em um dormitório de Stanford, resultado do trabalho da dupla Lary Page e Sergey Brin, dois geeks, do Vale do Silício. Começando diferente, o Google foi a primeira e única empresa de busca na internet a construir o seu servidor com peças de Lego: nada como um jeito criativo e diferente para superar a falta de grana e facilmente ampliar o tamanho do seu servidor.

Um Googler dedica 70% do seu tempo de trabalho para cumprir seu Core Jobs (soluções e upgrades no que foi contratado para fazer); 20% do tempo é destinado para o pesquisa de coisas que sejam relacionadas a suas tarefas principais e 10% do tempo, destinado para Inovação (um caso famoso foi a invenção do ORKUT).  Esse modelo é conhecido como 70/30/10.

O Google incentiva a sustentabilidade, tanto dentro da empresa quanto fora, desde pequenos atos como reciclagem à maiores como estudo/ utilização de fontes energéticas renováveis. Outros exemplos de responsabilidades são: o Self Power Commuting: “seja o seu próprio motor”, onde o Googler ganha créditos por andar a pé e utilizar transporte público. Quanto maior a somatória dos pontos, maior será a sua doação para uma ONG. Também existe a iniciativa do Bike to work Day, que incentiva os funcionários a irem trabalhar de bicicleta em um dia específico do ano. Já o Google Serve, consiste numa data na qual os Googlers são incentivados a desenvolver atividades pré-estabelecidas voltadas ao benefício sócio-ambiental. Caso o Googler cumpra com ações voluntárias, ele ganha “Google grants”, que são espaços exclusivos para ONGS comunicarem dentro do Google AdWords.

Essas ações agregam valor para a companhia, que nos últimos anos foi eleita a melhor empresa para se trabalhar, a empresa dos sonhos dos jovens e a segunda empresa mais valiosa do mundo.


Considerando o Google um negócio original e criativo, a sua forma de ganhar dinheiro não poderia ser menos autêntica: Relevância é a palavra chave. Publicidade é a fonte de renda, seja em marketing tradicional, que é a associação da mensagem a um conteúdo de busca do internauta, ou por meio do marketing de interesse, que consiste em associar a mensagem a um produto: links patrocinados (que tem sua relevância definida por: sistema de leilão, lance, índice de qualidade, anúncio e página de destino).
Funcionários com um apelido próprio, ações sustentáveis diferenciadas e um modelo de negócio que lançou tendência no mercado.
Google It!

Ana Luiza Tetzlaff
Carolina Pinheiro
Flavia Serrano
Gabriela Wissmann
Paula Amoroso Lima
          CSOS 6E


quarta-feira, 14 de março de 2012

Limo Inc: Pais Rehab


A empresa possui uma área – se assim pode-se chamar- denominada “Prateleira de estudos” que diz respeito a estudos diferentes dos demais.
Nela, são investigados assunto sem que os clientes tenham pedido, que podem ser comercializados posteriormente.
Surgiu da necessidade da Limo de divulgar seu trabalho, uma vez que as solicitações feitas pelos clientes são confidenciais.

Projeto Pais Rehab:
Foi o primeiro projeto desenvolvido para a “prateleira de estudos”, que tinha como intuito entender a nova paternidade.
A empresa falou com 300 pais, classe A/B/C, de 18 a 45 anos, em São Paulo (capital e oito cidades do estado), casados, solteiros e divorciados.
Conversaram, ainda, com especialistas, pessoas que trazem um pouco da sensibilidade do assunto, psicólogos, enfim.

Metodologias aplicadas:
Foram realizadas pesquisas qualitativas, etnográficas, zeppelin (que pesquisa quais são os ambientes que esses pais circulam), entrevistas com especialistas e análise do contexto social de que estamos falando.

Como é o pai de hoje?
Hoje ocorreu o chamado deslocamento do eixo. O eixo do mundo masculino, do homem machão, está dando lugar a um mundo mais flexível, que as mulheres têm mais espaço, e isso afeta como os homens e as mulheres se veem hoje.
Essa Rehab, portanto, deve começar em casa, uma vez que se existe esse deslocamento, isso começa em casa. As mulheres estão impondo mais, - “inversão dos papéis” -ela é, basicamente, a grande decisora, e o pai deixa de ser o herói para se tornar companheiro de jornada.
O homem, então, começa a absorver outros tipos de comportamento, psiquiatras afirmam que  essa “nova paternidade” reforça a masculinidade e dá mais segurança ao homem, é uma nova via de acesso aos filhos.
Segundo psicólogo Ailton Amélio, do Departamento de Psicologia Experimental da USP, hoje se vive em um mundo de representações, no qual predomina a ditadura do afeto, ou seja, é preciso demonstrar o amor por meio de atos e práticas. Por isso essa relação dos homens com os filhos se complica um pouco. "Cada um demonstra afeto de uma maneira, não é preciso dar todas as mamadeiras e ficar todos os dias ao lado dos filhos para amá-los. Estar presente e ligado é muito mais do que realizar as tarefas domésticas."
No que se diz respeito à condução da carreira, hoje os homens ficam mais em casa, procuram mais a felicidade e o bem estar.
No cenário internacional empresas já estudam a possibilidade de permitir aos pais o direito de ter uma “licença paternidade” para estar com seus filhos assim como é concedido às mulheres. 

O que descobriram?

Insights:

Bônus/ônus: A culpa masculina
Os pais de hoje eles sentem culpa por tentarem o equilíbrio entre trabalho e família, a culpa de não poderem levar os filhos na escola, de terem perdido o primeiro passo, etc.

Mães controladoras:
As mulheres, por terem assumido a responsabilidade, impõe o jogo do “ninguém entra”, e então o homem tem mais dificuldade de entrar, e acaba por ficar com o lazer.
As mulheres reclamam que os maridos não ajudam, mas o que ocorre é o receio de acharem que “eles não vão fazer direito”, já que o “direito” seria a maneira como elas fariam.

O pai aprendiz:
Como criar o filho? Como troca fraldas? Enfim, eles têm calma em assumir o papel de aprendiz. A mulher, por conta da transição repentina de dona de casa para o mercado de trabalho, teve que aprender com o erro, e já alcançou o equilíbrio, já o homem, mostra-se mais sensível, ainda está na fase de aprender com a falha. Além do que, a figura de pais que têm como referência é consideravelmente diferente da figura do pai de hoje.
Ele aprendeu que “todo dia é dia de circo”, todo dia ele inventa alguma brincadeira, e o dia a dia adquire leveza quando isso acontece. Este dito “improviso” deu-se, também, por conta da mulher já ser mãe.Desde criança brinca com bonecas, cuida das amigas, carrega o filho durante nove meses – o que não deixa de ser uma preparação. Já o homem não, ele “aprende na hora”.
Com isso, é possível, também, entender pra onde tudo isso vai caminhar, ou seja, como essa criação vai impactar no comportamento deste futuro consumidor. Como ele vai se relacionar e como vai consumir.
Os pais, além de assumirem o papel de aprendizes, começaram também a reconhecer a grande importância desta dita “mudança” de suas vidas e passaram – na onda virtual – a compartilhar suas experiências, mesmo que recheadas de erros, porém cobertas com muito amor, deixando de lado a “vergonha” do, até então, amor clichê. Existem comunidades virtuais de pais, sites, e blogs (febre) nos quais os rapazes contam as experiências. Um exemplo é o "Blog de Pai" 

Felicidade é sucesso:
Não é mais uma bela casa que significa felicidade para a família, mas sim um lar que o pai consiga ser feliz, e que, mais que isso, ele possa contribuir para essa felicidade.

Dados:
Quando indagados qual a opção para o futuro dos seus filhos, o resultado foi:
21% dos pais alegaram que preferem que seus filhos optem, em suas carreiras, pelo melhor retorno financeiro, independente de seus sonhos.
78% desejam que seus filhos optem pelo emprego que lhes fará felizes.

O que fica para as marcas?
Implicações:

Contexto:
Evitar estereótipos e caricaturas, e as grandiosidades do dia a dia.
Conteúdo:
Brincadeiras, diálogo com o filho, ensinamentos pro filho.
Linguagem:
Humor e menos complexidade
Target:
Retomar o protagonismo, pai ainda é homem, ainda tem uma linguagem muito mais masculina.





Fontes:

Palestra Limo Inc ESPM - 07/03/2012




CSO 6D
Ana Elisa Valente
Samantha Coltro
Thamires Carini










segunda-feira, 12 de março de 2012

Laura Chiavone e a Limo - Entendendo o Consumidor


                A palestra de Laura Chiavone, fundadora da agência Limo, nos mostrou a importância das pesquisas de mercado e insights de consumidores desenvolvidos por empresas como a sua. Hoje, mais do que nunca, as ações desenvolvidas para atingir determinados consumidores devem ser cada vez mais personalizadas e diretas, para que assim os objetivos pretendidos possam ser alcançados de maneira mais efetiva. As classes, culturas, e tudo aquilo que possa classificar os consumidores em diferentes grupos cada vez se mostram mais e mais diversificados, sendo que cada um desses grupos apresentam sempre hábitos que os diferem dos outros. Desse modo, no ramo publicitário, entender as tendências e os hábitos do alvo se torna algo muito importante para que as vendas de qualquer setor aumentem.
                Entrar em contato com os públicos é essencial para que se entenda seus costumes, de modo que cada vez que se faz isso, é possível entender as características que tornam determinado grupo único. Para isso, um grande trabalho deve ser feito pelas empresas de pesquisa em conjunto tanto com as agências de propaganda quanto com os clientes que as contratam. É assim que a Limo trabalha, fazendo com que os seus objetivos sejam sempre alinhados com seus clientes, e de modo que o resultado final possa ajudar tanto no seu trabalho quanto no das empresas com quem trabalha.
Um exemplo é o curta “Breakonsumers”, produzido pela agência de Laura, que mostra a mudança no cenário econômico do Brasil, onde, cada vez mais, a classe C cresce e as classes D/E diminuem, tem reflexos não apenas comerciais e puramente econômicos. O estilo de vida da população muda tanto quanto seu consumo.
                Tendo isto em vista, a população é dividida em três principais grupos: Os estáveis, que são aqueles que procuram fazer a manutenção do seu status quo, isto é, preocupam-se, principalmente, em manter estabilidade em seus empregos e estilo de vida, não buscando grandes mudanças de vida. Os emergentes, que são aqueles que buscam, a qualquer preço, crescer econômica e socialmente, principalmente através da nova situação do país e fogem de quaisquer referências à pobreza. Estas pessoas não estão satisfeitas com seu status quo e são auto centradas, pouco ligadas à sociedade. Por fim, os engajados, que são aqueles que identificam a mobilidade como sendo o principal fator para sua mudança, tal como para a sociedade. Por isso, são muito mais ligados à busca por informações, educação e à construção de uma carreira. Seu consumo é muito mais cultural e responsável ambientalmente.
                É ótimo poder entender o cenário econômico, cultural e social em que a população brasileira se encontra e, melhor ainda, conhecer seus desejos, necessidades e o que buscam. Por isso, após analisarmos a população dentro destes três grandes segmentos o desafio é pensar em como cada um destes grupos colabora para o crescimento coletivo do país e do consumo em geral e, se não colabora, como nós, como comunicadores, podemos criar novos conceitos que unam tanto os desejos de consumo mais individualistas às necessidades de mudança e pro-atividade da população.
                Cada vez mais o mercado fala sobre consumo consciente, responsabilidade sócio-ambiental e altruísmo. Mas como fazer com que, não apenas os engajados, mas os estáveis e os emergentes desenvolvam hábitos de consumo não apenas material, mas como cultural educacional e informativo que possam movimentar a população e auxiliar o crescimento do país. A resposta é estimular este consumo, principalmente, nos jovens das classes A/B/C. Isto porque, na maioria das vezes, os jovens buscam ter maior engajamento na sociedade, tendo em vista que compartilham de um pensamento mais positivo e de longo prazo do mundo. Além disso, é essencial incentivar o consumo consciente e intelectual em jovens das classes A e B, principalmente, já que eles não precisam se preocupar em crescer economicamente e podem, facilmente, influenciar o consumidor da classe C, já que, apesar do inegável crescimento, eles ainda se espelham no estilo de vida das classes A e B.
                Desse modo, podemos ver como é importante entrar em contato com o público que se pretende atingir, para que assim seja possível entender a melhor maneira que se deve dirigir a ele. Sendo assim, a resposta desse consumidor deve ser também direta ao seu estímulo, uma vez que cada um deles pensa e vive de um jeito único.


Para saber mais sobre a empresa:


http://www.limoinc.com.br/


http://twitter.com/LimoInc


6B - José Rivolta, Lara Kuriki, Silvia Di Tullio